Uma casa que nasceu consertando aplicativos abandonados pela metade.
Quem marca hora pelo celular não quer conversar. Quer ver o horário livre, tocar duas vezes e guardar o aparelho com a confirmação na mão.

Os três primeiros anos foram de manutenção: chegavam projetos que alguém começou, entregou pela metade e não voltou. Em onze de cada dez casos o defeito não estava no código — estava no que ninguém tinha perguntado ao balcão antes de programar.
A decisão de fazer o ciclo inteiro veio daí. Não por gosto de controlar tudo, mas porque a fronteira entre «o aplicativo» e «o sistema» é onde as responsabilidades somem e o cliente fica no meio, ouvindo dois fornecedores se acusarem.
Hoje o mesmo time desenha, programa, publica e sustenta. O cliente tem um telefone só para ligar, e a lista do que entrou em cada rodada fica aberta para ele ler quando quiser.
A especialidade acabou sendo agenda porque Nova Iguaçu é cheia de serviço marcado por hora. Mas a casa já entregou aplicativo de conferência de estoque e de leitura de medidor: muda o vocabulário, não o método.
Uma responsabilidade só
Aplicativo, painel e servidor no mesmo contrato.
Três toques
Marcar precisa caber em três toques, ou a tela está errada.
Repositório do cliente
O código é do contratante desde a primeira linha.
Lista aberta
O que entrou em cada ciclo fica escrito e visível.
O que existe entre a ideia e a loja
Quatro frentes, nenhuma terceirizada. Quando uma delas fica com outro fornecedor, o defeito passa a ser sempre do outro lado.
Escutar quem atende
Duas manhãs ao lado da recepção antes de qualquer desenho. É onde aparecem o encaixe de última hora, o cliente que remarca por recado e o horário que ninguém preenche.
Desenhar o caminho curto
A meta é marcar em três toques. Cada tela a mais precisa se justificar com alguma coisa que o cliente ganha ali.
Programar com teste ao lado
Cada bloco de código nasce com o teste que impede a marcação em dobro e o fuso errado. São os dois defeitos que mais aparecem em agenda.
Publicar e sustentar
Ficha de loja, revisão, correção do que voltar e uma versão por ciclo enquanto o contrato durar.
Quem trocou o caderno de horários pelo aplicativo
Recolhidas no fim de cada contrato e publicadas com autorização.
| Quem falou | O que mudou no atendimento |
|---|---|
Cleuza M. administradora de uma clínica de fisioterapia | O paciente remarca sozinho e a recepção fica livre para atender quem está na frente dela. |
Genivaldo T. dono de um estúdio de tatuagem | O aplicativo pede o sinal na hora de marcar. Faltas caíram sem eu precisar cobrar ninguém pelo telefone. |
Perpétua L. gerente de um pet shop | Tosa e banho têm durações diferentes. Foi a primeira coisa que eles perguntaram e a última que os outros perguntaram. |
Vanderlei O. proprietário de uma barbearia | Cada ciclo vem com a lista do que entrou. Eu leio em dois minutos e sei onde o dinheiro foi parar. |
Josefa do N. responsável por uma escola de dança | Turma cheia, turma vazia e lista de espera na mesma tela. Antes eram três cadernos. |
Hamilton C. dono de uma assistência técnica | Testaram com meus dois atendentes antes de publicar. Eles apontaram coisas que eu não veria nunca. |
Sua agenda cabe em três toques?
Mande como funciona hoje o seu atendimento. Devolvemos o desenho do caminho curto e a lista do que trava, antes de qualquer proposta.