Lista do que dói
Uma hora com a recepção para escolher as três coisas que mais atrapalham hoje.
Ideia, desenho, programação, publicação e sustentação: as cinco partes ficam com o mesmo time, e ninguém devolve o projeto no meio. Os casos citados aqui são de salão, clínica e oficina, onde a agenda manda em tudo — o percurso é o mesmo em qualquer ramo.

Quatro frentes, nenhuma terceirizada. Quando uma delas fica com outro fornecedor, o defeito passa a ser sempre do outro lado.
Duas manhãs ao lado da recepção antes de qualquer desenho. É onde aparecem o encaixe de última hora, o cliente que remarca por recado e o horário que ninguém preenche.
A meta é marcar em três toques. Cada tela a mais precisa se justificar com alguma coisa que o cliente ganha ali.
Cada bloco de código nasce com o teste que impede a marcação em dobro e o fuso errado. São os dois defeitos que mais aparecem em agenda.
Ficha de loja, revisão, correção do que voltar e uma versão por ciclo enquanto o contrato durar.
Arraste para ver o ciclo inteiro. Ele se repete enquanto o aplicativo estiver no ar, mudando só o que entra em cada rodada.
Uma hora com a recepção para escolher as três coisas que mais atrapalham hoje.
Do que foi listado, entra o que cabe no ciclo. O resto vai para a fila com data.
Desenho sem cor nem marca, só para discutir ordem e nome dos botões.
O protótipo vai para o seu aparelho; comentário vira tarefa no mesmo dia.
Duas pessoas escrevem, uma terceira revisa antes de virar versão de teste.
Instalada nos aparelhos da equipe do cliente, com lista do que observar.
O que a equipe apontou é corrigido antes do envio, não depois.
Publicação nas duas lojas e leitura dos primeiros dias de uso.
Do estudo avulso ao time inteiro dedicado à sua agenda.
Recolhidas no fim de cada contrato e publicadas com autorização.
| Quem falou | O que mudou no atendimento |
|---|---|
Sebastiana R. dona de um salão | Passaram duas manhãs sentados na recepção. Só ali entenderam por que meu horário das dez nunca fecha. |
Aldemir F. sócio de uma oficina mecânica | Marcação em dobro era briga toda semana. Depois do aplicativo virou assunto encerrado. |
Cleuza M. administradora de uma clínica de fisioterapia | O paciente remarca sozinho e a recepção fica livre para atender quem está na frente dela. |
Genivaldo T. dono de um estúdio de tatuagem | O aplicativo pede o sinal na hora de marcar. Faltas caíram sem eu precisar cobrar ninguém pelo telefone. |
Perpétua L. gerente de um pet shop | Tosa e banho têm durações diferentes. Foi a primeira coisa que eles perguntaram e a última que os outros perguntaram. |
Vanderlei O. proprietário de uma barbearia | Cada ciclo vem com a lista do que entrou. Eu leio em dois minutos e sei onde o dinheiro foi parar. |
Respostas curtas para as dúvidas que aparecem em toda primeira reunião.
Os dois. Agenda sem servidor não funciona: o mesmo contrato cobre o aplicativo, o painel de quem atende e o banco onde os horários ficam.
Contas de loja, servidor e domínio são pagos por você direto aos fornecedores, e mostramos a conta estimada ainda na proposta.
Pode. Metade dos clientes daqui começa assim e publica o outro na rodada seguinte, sem reescrever o que já existe.
Quase sempre cabe, e a regra esquisita costuma ser a parte mais importante. Ela é escrita na primeira semana e testada antes de virar código.
O código fica em repositório seu desde o primeiro dia, com instruções de instalação escritas para quem nunca viu o projeto.
Assinamos antes da primeira reunião, quando o cliente pede. Dados de clientes finais nunca saem do ambiente contratado.
Mande como funciona hoje o seu atendimento. Devolvemos o desenho do caminho curto e a lista do que trava, antes de qualquer proposta.
Conte que serviço você presta e como as pessoas marcam hora hoje.
